Greve Geral Nacional da Educação reúne 3 mil pessoas nas ruas do centro

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As mobilizações da Greve Geral Nacional da Educação, na manhã desta terça-feira (13), começaram cedo - com o trancamento da Universidade por parte do movimento estudantil da UFS, e com ato de repúdio à política de desvalorização da categoria da educação de Sergipe, que reuniu cerca de 100 pessoas em frente ao Palácio do Governador Augusto Franco.

O ato construído em unidade entre as centrais sindicais - CUT, CTB, CSP-Conlutas e  movimentos sociais por luta pela moradia e terra no estado de Sergipe, também denunciou os deputados federais sergipanos que votaram, em segundo turno, a favor da reforma da previdência.

Grande Marcha da educação

Pela tarde, com concentração às 14h, a Praça General Valadão foi tomada novamente por um mar de gente, mobilizados pela defesa da educação pública. Reunindo cerca de 3 mil pessoas o ato seguiu em marcha até a Praça Tobias Barreto.

O ato foi marcado por forte presença do movimento estudantil da UFS que se organizou em 4 grandes blocos, que através de palavras de ordem entoadas por suas baterias denunciaram os cortes de verbas do governo Bolsonaro e o programa FUTURE-SE, divulgado pelo Ministério da Educação no último mês. Também contou com o ânimo dos estudantes secundaristas do IFS, além de construção unitária das centrais sindicais.

“O dia 13 é um ponto de partida, a primeira grande manifestação contra esse projeto de governo chamado FUTURE-SE que é um projeto claramente privatista, que corta basicamente tudo da Universidade pública e nos empurra para a iniciativa privada“, analisou o professor Romero Venâncio, diretor acadêmico cultural da ADUFS. 

Segundo a UNE - União Nacional dos Estudantes, as manifestações ocorreram em mais de 200 cidades por todo o território nacional e já existe mobilização para um novo ato no dia 07 de setembro. 

 

 

 

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